gravata-estampada (15)

Ela deixa o look mais formal, é indispensável em algumas ocasiões, mas também pode compor um visual divertido. A gravata deixou de ser acessório de moda unicamente masculino e de pessoas mais velhas. Dá pra brincar até na hora de escolher o nó.

Se você é daqueles que ficam cheios de dúvidas em qual cor ou estilo fica melhor, fique de olho neste post. Separamos 6 dicas para te deixar mais tranquilo na frente do espelho.

1- Para cada camisa uma gravata
Cada camisa merece um tipo de gravata, tanto na estamparia, quanto no tamanho do colarinho ou modelo do terno. Fique atento ao corte.

gravata-estampada (7)

2 – A gravata borboleta
Se a festa for “black tie”, é o modelo ideal para se usar. Mesmo com perfil mais formal, a gravata borboleta ganhou a preferência dos homens mais descolados. Ela está em alta entre o público jovem e pode ser usada, por exemplo, com uma camiseta jeans ou xadrez.

Gravata-3

3 – Modelo tradicional largo ou slim
A peça confere um ar de elegância, mas é preciso ser escolhida de acordo com o tipo de corpo. O formato mais largo costuma dar certo para todos os biotipos. Já o slim, mais fino e moderninho, não combina com homens de pescoço largo ou fortes demais.

mh_interna_destaque_blazer-gravata-camisa-

4 – Cores e contrastes
Se você gosta de cores vibrantes, não mude seu estilo. Neste caso, opte pelo contraste com a cor da camisa e o contrário também vale. Não esqueça: o bom senso deve prevalecer. Se a camisa for azul listrada, por exemplo, não escolha uma gravata do mesmo jeito da camisa.

size_960_16_9_chris-pine-terno

5 – A mistura de estampas
Ao mesmo tempo em que o contraste é importante para compor um terno, a mistura de estampas também está na moda e pode deixar o figurino mais moderno e elegante. Fique de olho: existem regras para que isso não se torne um pesadelo. As estampas podem ser misturadas contanto que a cor da gravata (estampa ou do fundo) e da camisa sejam semelhantes.

estampas_gravatas

6 – Gravata estampada
Para um look descolado, as gravatas florais, tropicais, full print, poás e ornamentais são a pedida. Elas completam a produção e quebram a formalidade. Se você quer sair do padrão liso ou listrado, abuse destas estampas.

gravata-estampada (4)

História da gravata:
Ela surgiu na França, o final do século XVII. Tradicionais lançadores de modas, os franceses adaptaram uma peça do vestuário de um regimento croata, de passagem por Paris em 1668, para o uso diário nas ruas. Os croatas usavam um cachecol de linho e musselina que mantinha o pescoço fresco no verão e quente nos dias mais amenos de inverno (quando o frio se intensificava, era trocado por um modelo de lã). Na França, o adereço passou a ser fabricado em linha ou renda. Era usado com um nó no centro, como a gravata moderna, e tinha duas longas pontas soltas. A indumentária, usada tanto por homens quanto por mulheres, recebeu o nome de cravate, que significa “croata” em francês.

Muito antes disso, no século I a.C., os soldados romanos já usavam algo parecido: um cachecol úmido, amarrado no pescoço nos dias mais quentes. Mas, com o fim do Império Romano, esse hábito acabou caindo no esquecimento e só ressurgiu séculos mais tarde, para ganhar definitivamente as ruas.

Deixar um Comentário

Seu e-mail não será publicado. Campos obrigatórios estão marcados com *.